Mecânica de Empréstimos com Garantia de Criptoativos (Crypto-Backed Loans)
Explora o funcionamento de crédito usando ativos digitais como colateral.
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1. O que ocorre em uma plataforma de Lending se o Loan-to-Value (LTV) atingir o limite de liquidação?
- O empréstimo é prorrogado automaticamente com juros maiores.
- O colateral é vendido pela plataforma para cobrir a dívida e taxas.
- O usuário ganha um prazo de 30 dias para depositar mais garantias.
- O saldo devedor é perdoado devido à volatilidade do mercado.
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2. Qual é a principal vantagem fiscal de tomar um empréstimo colateralizado em BTC em vez de vender o ativo?
- Impossibilidade de ser rastreado pelas autoridades monetárias.
- Acesso à liquidez sem disparar o fato gerador de imposto sobre ganho de capital.
- Isenção total de IOF em todas as operações de criptoativos.
- Recebimento de cashback direto da exchange em stablecoins.
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3. Em protocolos DeFi como Aave, o que define a taxa de juros variável paga pelos tomadores (Borrowers)?
- A decisão centralizada do comitê de governança da plataforma.
- A taxa básica de juros (Selic ou Fed Funds) do país do usuário.
- A curva de utilização (relação entre capital disponível e capital emprestado).
- O volume total de transações de swap na rede Ethereum.
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4. O termo 'Overcollateralization' (Sobrecolateralização) em empréstimos cripto significa que:
- O valor emprestado é maior que o valor da garantia depositada.
- A taxa de juros é superior à média do mercado bancário tradicional.
- O valor da garantia depositada deve ser superior ao valor do crédito tomado.
- O empréstimo só pode ser pago em uma única parcela ao final do contrato.